quinta-feira, 22 de outubro de 2020

GIRÃO CRITICA CAMILO: "CEARÁ CAMPEÃO EM MORTES VIOLENTAS E POR COVID"

 

Na terça-feira, dia 20, pela primeira vez nas eleições desse ano, teve o primeiro embate político; entre o candidato a prefeito Capitão Wagner (PROS) e o governador Camilo Santana (PT). Logo em seguida o senador cearense Eduardo Girão (Podemos) também criticou Camilo, após troca de farpas entre ele e Capitão Wagner: “O Ceará detém o vergonhoso título de campeão de mortes violentas. O governador diz que o aumento de assassinatos não é responsabilidade dele. Em quem ele vai colocar a culpa por sermos também o campeão mundial de mortes por milhão da Covid-19?”, alfinetou senador Eduardo Girão. A fala do senador foi logo após Camilo Santana tentar se eximir da culpa pelo aumento nos índices de violência e mortes do Estado do Ceará, sob seu governo. 

Via Revista Ceará

PF desarticula quadrilha que contrabandeava fósseis da Chapada do Araripe para o Rio de Janeiro

Agentes da Polícia Federal deflagraram na manhã desta quinta-feira (22), na cidade de Juazeiro do Norte, na Região do Cariri (a 528Km de Fortaleza), a “Operação Santana Raptor”. A ação policial decorre de um investigação iniciada em 2017 e que resultou no Inquérito Policial que investiga esquema de tráfico de fósseis na Região da Chapada do Araripe, sul do Ceará.
De acordo com a PF, estão sendo cumpridos 19 mandados judiciais de usca e apreensão, sendo 17 no Ceará (nos municípios de Santana do Cariri e Nova Olinda), e dois no Rio de Janeiro, em endereços dos investigados. São pessoas contra as quais constam fortes indícios que participação em uma organização criminosa que envolve empresários, servidores públicos, mineradores, pesquisadores e atravessadores de fósseis extraídos da Chapada do Araripe.

Até o momento, dois homens foram presos em flagrante com fósseis, em Santana do Cariri e Nova Olinda. A investigação aponta o primeiro preso como dos principais negociadores de fósseis no período investigado (2017-2020) e o segundo como responsável por receber valores do professor/pesquisador do Rio de Janeiro para coleta e guarda dos fósseis.

O esquema investigado consiste na extração ilegal de fósseis por parte de trabalhadores em pedreiras na região dos municípios de Nova Olinda/CE e Santana do Cariri/CE, com posterior comercialização criminosa desses bens da União. Há atuação de uma rede de empresários, servidores públicos e atravessadores que negociam fósseis raros da região, com indícios da prática ilícita por parte de professor/pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro/RJ, um dos alvos da operação, bem como outros pesquisadores nacionais e estrangeiros.

Cadeia

Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, usurpação de bem da União e crimes ambientais, previstos em leis federais, com penas de até 16 anos de prisão. A apreensão realizada nos endereços objetiva elucidar a atuação dos investigados e de terceiros nos crimes, além de apreender os fósseis, com prisão em flagrante dos respectivos possuidores.

A Polícia Federal ressalta que, em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

“Santana Raptor” remete ao gênero de dinossauro encontrado na região da Chapada do Araripe, onde são encontradas riquezas naturais em estado fóssil de 110 milhões de anos.

Fonte: Blog Fernando Ribeiro

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Candidato a vereador mata mulher com 13 facadas por causa de geladeira

 Uma equipe médica foi chamada, mas Roberta Camile não resistiu aos ferimentos e morreu no local

Adílio Sérgio Gomes matou a esposa com 13 facadas

O candidato a vereador de Bandeira do Sul (MG), Adílio Sérgio Gomes (PSDB) assassinou sua esposa Roberta Camile Araújo Silva a facadas após uma briga por causa da porta da geladeira aberta. O crime aconteceu no último domingo no quintal da residência do casal.
A filha relatou à polícia que os pais passaram o dia em um sítio localizada na zona rural e que ouviu os gritos da mãe.
Uma equipe médica foi chamada, mas Roberta Camile não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A mãe de Adílio estava no imóvel no momento do assassinato e passou mal.
Uma vizinha disse à polícia que encontrou com o candidato após o crime e ele sugeriu que a mulher fosse até a casa da família para "ver a besteira que ele havia feito".
Familiares relataram que brigas entre o casal eram constantes, com agressões físicas. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Foragido do Amazonas preso no Ceará gastou cerca de R$ 30 mil em intervenções cirúrgicas

  Pelo menos cinco procedimentos, incluindo modificação no nariz e orelhas, foram feitos pelo suspeito

A suspeita é que os procedimentos tenham sido realizados no Ceará, possivelmente utilizando a identidade falsa

O foragido do Estado do Amazonas, identificado como Lenon Oliveira do Carmo, de 39 anos, preso no Ceará no último sábado (17), gastou cerca de R$ 30 mil em procedimentos cirúrgicos para mudar a própria aparência. O suspeito teria modificado o nariz, orelhas e, ainda, realizado uma harmonização facial.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), além da cirurgia no nariz, orelhas e da harmonização facial, Lenon Oliveira fez, também, procedimentos na boca e uma modificação em uma tatuagem. As intervenções teriam acontecido em 2019, no Ceará, estado onde o suspeito estava foragido.
Conforme a SSP-AM, Lenon Oliveira utilizava uma identidade falsa para conseguir fazer os procedimentos, se identificando como Aylon Soares Cardoso. O Órgão informou ainda que o foragido ostentava uma vida de luxo no Ceará financiada pelo tráfico de drogas e vendas de terrenos obtidos a partir de invasões em Manaus. O repasse dos recursos era feito por meio de 'laranjas'.

Prisão em casa de alto padrão no Ceará - Apesar do disfarce, Lenon foi preso em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). A captura dele aconteceu enquanto o foragido visitava sua nova moradia, uma casa de alto padrão localizada a poucos metros da Praia do Icaraí.
Antes de ser preso no Ceará, Lenon Oliveira já havia mudado de identidade, passando a se chamar Aylon Soares Cardoso. Ele estava foragido desde 2018, quando o suspeito foi transferido do sistema prisional do estado amazonense para uma unidade em Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Ao retornar para o Amazonas, contudo, o foragido obteve da Justiça o direito à prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica. Após destruir o equipamento, ele fugiu do Estado.

Crimes atribuídos ao suspeito - Com um extenso histórico criminal, Lenon é apontado como um dos participantes do massacre que aconteceu em janeiro de 2017, no Complexo Penitenciário Antônio Jobim (Compaj), localizado em Manaus. Na matança, 56 detentos foram brutalmente assassinados.
Conforme a SSP-AM, além de já ter sido preso por tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídios e por crimes ambientais, Lenon Oliveira comandava, ainda, invasões de terras em Manaus. Em uma das empreitadas, um local foi invadido e, nele, foi criado um clube de lazer para traficantes, onde o foragido chegou a desviar o curso de um rio para ter um próprio balneário natural.
A Polícia daquele Estado suspeita que o clube serviria como uma espécie de "bunker", onde os criminosos montariam estratégias para o planejamento de fugas de traficantes presos em regime fechado no sistema prisional.

Líder de milícia no Amazonas - Conforme a SSP-AM, Lenon é apontado como autor de vários homicídios relacionados ao tráfico de drogas, que aconteceram em Manaus, capital do Estado do Amazonas. Respondendo a uma série de processos que, juntos, somam uma pena de mais de 60 anos de prisão em condenações, o foragido liderava uma milícia armada responsável pela venda de entorpecentes.
O foragido comandava o tráfico de drogas em diversos bairros da capital amazonense. Ele fazia o transporte dos entorpecentes por meio das orlas fluviais da cidade.
Segundo ainda a Pasta, Lenon era integrante de uma facção criminosa que atuava no Amazonas, porém, há cerca de dois anos, mudou de grupo criminoso, passando a fazer parte de uma organização de origem do Rio de Janeiro, na qual ocupava um posto de comando.
O foragido era considerado uma espécie de executivo do presidiário Gelson Carnaúba, conhecido como "Mano G", chefe do grupo criminoso oriundo do Rio de Janeiro.

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